As férias passaram à velocidade da luz (aliás como sempre), consegui meter o descanso em dia e algumas horas de sono. Conversei imenso com a minha mãe, e já no termino das férias heis que teve uma recaída. Felizmente não foi nada da sua doença crónica, e esperamos que apenas tenha sido um grande susto.
E ontem, um sol super adorável e o meu regresso ao microclima de Sintra. O rádio vinha a acompanhar-me na viagem, algum trânsito de pessoas que procuravam o sol, mas também a confusão domingal dos shoppings. A música com o sol, estava apetecível, cantava com a força que tinha e distraía-me dos pensamentos negativos que me inquietavam a mente.
Tralha arrumada, heis o descanso merecido até porque a porcaria das hérnias teimam em dar notícias de vez em quando. E ontem, lá dei um mau jeito e as maganas disseram logo um olá prolongado que ainda cá anda. Percebi pela meteorologia que afinal o sol não veio para ficar e a chuva estava de volta. Não é que não goste de todo de chuva, não gosto é de chuva neste sítio onde moro agora. Quando chove, chove a potes (literalmente) e a porcaria da humidade aqui bate recordes históricos.

Pois é, o meu grande problema chama-se microclima, tempo frio, húmido, que entra até aos ossos e que me traz uma sintomatologia estranha. Cansaço, dificuldades resp
iratórias. Uma seca. Ou neste caso, uma humidade que dá cabo de mim. E ainda por cima, vivo mesmo perto da serra de Sintra por isso espera-se novamente mais umas crises e humidade, e mais humidade.
Fonte: Imagem Web
Mas, ao que parece existe uma luz ao fundo do túnel. E quando ela se aproximar, registo aqui tudinho para nos reiventarmos.
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